Fim do modelo bielo-russo?
Jul 24, 2011

Fim do modelo bielo-russo?

Na maioria dos supermercados em Minsk as prateleiras estão bem preenchidas. À primeira vista parece que o fantasma da insuficiência de produtos alimentares, que por lá andou na Primavera, desapareceu. Mas a crise revela-se agora em pormenores aparentemente inofensivos, como a mudança de nomes de produtos.  Na sequência dos aumentos acentuados dos preços no final de Maio, o Governo, seguindo as ordens do presidente Aleksandr Lukashenko, criou uma lista de “produtos socialmente significativos” que não podem ficar mais caros. No entanto, uma vez que os custos de produção dos alimentos aumentaram após a desvalorização em 55 por cento do rublo bielo-russo em relação ao dólar no final de Maio, e porque a ração para animais é importada, os produtores tentam contornar o congelamento dos preços, passando a oferecer os produtos que não estão incluídos na lista, através da sua simples redenominação. O perigo de carências alimentares ainda não está ultrapassado: o facto das lojas ainda serem abastecidas com produtos a preços congelados é, de acordo com o jornal “Belgaseta”, apenas por causa da forte pressão que o Estado exerce sobre os fabricantes.
Os preços dos alimentos são apenas uma das muitas frentes em que a ditadura de Lukashenko está a lutar contra os sintomas de uma crise, na qual a maioria dos especialistas vêem como o fim do “modelo bielo-russo”. Lukashenko tinha elogiado este modelo de economia controlada pelo Estado como o único verdadeiro caminho para o bem-estar e segurança. Grande parte da população viu este raciocínio com bons olhos durante muito tempo, porque, ao contrário da Rússia e da Ucrânia, na Bielorrússia as pessoas podiam contar realmente com a segurança social, a um nível baixo, mas enfim.
Mas agora a situação está a agravar-se de forma dramática. A inflação aumentou no primeiro semestre em mais de 30 por cento, segundo as estimativas do Ministério da Economia. No entanto, este número encobre ainda a verdadeira situação, uma vez que para o poder de compra real dos bielo-russos o factor  mais importante é a taxa de câmbio do rublo bielo-russo. Muitos acordos de preços, como o de arrendamento, estão em dólares ou em euros, mesmo que sejam pagos em rublos bielo-russos. Para além disso, a desvalorização do rublo bielo-russo no final de Maio não foi o suficiente: o preço real do dólar não corresponde à taxa do Banco Nacional, de cerca de 5.000 rublos, mas encontra-se na casa de 9.000 rublos. As moedas estrangeiras são negociadas em grande medida no mercado “cinzento”, ou seja, não oficial. Esta queda foi um choque para muitos bielo-russos, visto que os seus rendimentos têm aumentado bastante nos últimos anos. No entanto, as realizações económicas do Governo bielo-russo foram principalmente o resultado do aumento do consumo financiado pelo Estado. O funcionamento do “modelo bielo-russo” durante tanto tempo deveu-se ao co-financiamento do mesmo pela Rússia por motivos políticos, por exemplo através de baixos preços na energia. Agora, Moscovo já não está virado para aí como dantes, porque Lukashenko não está disposto a conceder em troca a maioria do capital das empresas estratégicas bielo-russas às empresas russas, como a operadora de  gasoduto Beltransgaz.
Os problemas económicos fizeram-se notar já em Março, quando a moeda estrangeira se esgotou nas casas de câmbio da Bielorrússia por causa da discrepância entre a  taxa de câmbio do dólar e do euro estabelecida pelo Banco Nacional e a quantidade cada vez maior de notas do rublo bielo-russo em circulação. Isto levou à  escassez de alguns  alimentos com prazo de validade longo como a massa, farinha, óleo, açúcar e sal, porque as pessoas, com medo de uma perda rápida do valor do seu dinheiro, criaram reservas destes produtos em casa.  O motivo desta crise foi a impressão de notas para aumentar  significativamente os salários da população, nas vésperas das eleições presidenciais de Dezembro de 2010, no sentido de melhorar o clima social do país.
No início de 2009, a Bielorrússia necessitou de empréstimos de emergência da Rússia e do FMI, mas está a implementar as condições exigidas de forma muito lenta. Aleksei Kudrin, Ministro das Finanças da Rússia, anunciou na quarta-feira passada que a Rússia não iria injectar mais dinheiro na economia da Bielorrússia, se esta não fosse radicalmente reformada.
No entanto, o Fundo Anti-Crise da Comunidade Económica Eurasiática, dominada pela Rússia, mais uma vez concedeu um empréstimo de 3,2 bilhões de dólares à Bielorrússia na Primavera, a primeira parcela do qual, no montante de 800 milhões euros, será paga até ao final de Julho. A condição para o empréstimo é a privatização das empresas estatais bielo-russas de grande porte. Durante a sua visita a Moscovo na quarta-feira,  o Primeiro-Ministro bielo-russo Mikhail Myasnikovich anunciou que as empresas russas deveriam ser privilegiadas neste processo.
A maior parte da economia da Bielorrússia é estatal. Apenas cerca de 30 por cento do produto interno bruto é gerado pelo sector privado, que é constantemente patrocinado pelo Estado, de forma a que nenhum negócio possa desenvolver forças para ser economicamente independente do regime. No sector estatal os gigantes soviéticos têm uma grande proporção: os dez maiores conglomerados representam cerca de 40 por cento da produção industrial total. A produtividade destas empresas é baixa. Para além disso, a agricultura bielo-russa está completamente arruinada, apesar de Lukashenko ter feito dos alegados sucessos da agricultura um dogma da sua ideologia de Estado. Muitas das associações agrícolas de economia colectiva, herdadas dos tempos soviéticos, sobrevivem porque o regime obriga as empresas industriais e bancos a financia-las. Esta peculiaridade da economia bielo-russa é também a realidade para os investidores estrangeiros, que também estão comprometidos com o financiamento de creches, hospitais e outras instituições sociais. Dificilmente pode-se recusar, porque a única segurança na Bielorrússia é a benevolência do poder estatal. O sistema de justiça não é fiável, já que as decisões dos tribunais são muitas vezes feitas por instruções das autoridades superiores.
A falta de segurança jurídica é a maior barreira para o investimento na Bielorrússia. No entanto, é importante que as empresas ocidentais estejam dispostas para um compromisso com o país. A Bielorrússia tem um grande potencial que se pode desenvolver devido às  mudanças rápidas a operar no país no futuro próximo, pois a  sobrevivência económica da Bielorrússia depende, pela primeira vez, directamente de uma liberalização política.

Na maioria dos supermercados em Minsk as prateleiras estão bem preenchidas. À primeira vista parece que o fantasma da insuficiência de produtos alimentares, que por lá andou na Primavera, desapareceu. Mas a crise revela-se agora em pormenores aparentemente inofensivos, como a mudança de nomes de produtos.  Na sequência dos aumentos acentuados dos preços no final de Maio, o Governo, seguindo as ordens do presidente Aleksandr Lukashenko, criou uma lista de “produtos socialmente significativos” que não podem ficar mais caros. No entanto, uma vez que os custos de produção dos alimentos aumentaram após a desvalorização em 55 por cento do rublo bielo-russo em relação ao dólar no final de Maio, e porque a ração para animais é importada, os produtores tentam contornar o congelamento dos preços, passando a oferecer os produtos que não estão incluídos na lista, através da sua simples redenominação. O perigo de carências alimentares ainda não está ultrapassado: o facto das lojas ainda serem abastecidas com produtos a preços congelados é, de acordo com o jornal “Belgaseta”, apenas por causa da forte pressão que o Estado exerce sobre os fabricantes. Os preços dos alimentos são apenas uma das muitas frentes em que a ditadura de Lukashenko está a lutar contra os sintomas de uma crise, na qual a maioria dos especialistas vêem como o fim do “modelo bielo-russo”. Lukashenko tinha elogiado este modelo de economia controlada pelo Estado como o único verdadeiro caminho para o bem-estar e segurança. Grande parte da população viu este raciocínio com bons olhos durante muito tempo, porque, ao contrário da Rússia e da Ucrânia, na Bielorrússia as pessoas podiam contar realmente com a segurança social, a um nível baixo, mas enfim. Mas agora a situação está a agravar-se de forma dramática. A inflação aumentou no primeiro semestre em mais de 30 por cento, segundo as estimativas do Ministério da Economia. No entanto, este número encobre ainda a verdadeira situação, uma vez que para o poder de compra real dos bielo-russos o factor  mais importante é a taxa de câmbio do rublo bielo-russo. Muitos acordos de preços, como o de arrendamento, estão em dólares ou em euros, mesmo que sejam pagos em rublos bielo-russos. Para além disso, a desvalorização do rublo bielo-russo no final de Maio não foi o suficiente: o preço real do dólar não corresponde à taxa do Banco Nacional, de cerca de 5.000 rublos, mas encontra-se na casa de 9.000 rublos. As moedas estrangeiras são negociadas em grande medida no mercado “cinzento”, ou seja, não oficial. Esta queda foi um choque para muitos bielo-russos, visto que os seus rendimentos têm aumentado bastante nos últimos anos. No entanto, as realizações económicas do Governo bielo-russo foram principalmente o resultado do aumento do consumo financiado pelo Estado. O funcionamento do “modelo bielo-russo” durante tanto tempo deveu-se ao co-financiamento do mesmo pela Rússia por motivos políticos, por exemplo através de baixos preços na energia. Agora, Moscovo já não está virado para aí como dantes, porque Lukashenko não está disposto a conceder em troca a maioria do capital das empresas estratégicas bielo-russas às empresas russas, como a operadora de  gasoduto Beltransgaz. Os problemas económicos fizeram-se notar já em Março, quando a moeda estrangeira se esgotou nas casas de câmbio da Bielorrússia por causa da discrepância entre a  taxa de câmbio do dólar e do euro estabelecida pelo Banco Nacional e a quantidade cada vez maior de notas do rublo bielo-russo em circulação. Isto levou à  escassez de alguns  alimentos com prazo de validade longo como a massa, farinha, óleo, açúcar e sal, porque as pessoas, com medo de uma perda rápida do valor do seu dinheiro, criaram reservas destes produtos em casa.  O motivo desta crise foi a impressão de notas para aumentar  significativamente os salários da população, nas vésperas das eleições presidenciais de Dezembro de 2010, no sentido de melhorar o clima social do país. No início de 2009, a Bielorrússia necessitou de empréstimos de emergência da Rússia e do FMI, mas está a implementar as condições exigidas de forma muito lenta. Aleksei Kudrin, Ministro das Finanças da Rússia, anunciou na quarta-feira passada que a Rússia não iria injectar mais dinheiro na economia da Bielorrússia, se esta não fosse radicalmente reformada.

No entanto, o Fundo Anti-Crise da Comunidade Económica Eurasiática, dominada pela Rússia, mais uma vez concedeu um empréstimo de 3,2 bilhões de dólares à Bielorrússia na Primavera, a primeira parcela do qual, no montante de 800 milhões euros, será paga até ao final de Julho. A condição para o empréstimo é a privatização das empresas estatais bielo-russas de grande porte. Durante a sua visita a Moscovo na quarta-feira,  o Primeiro-Ministro bielo-russo Mikhail Myasnikovich anunciou que as empresas russas deveriam ser privilegiadas neste processo. A maior parte da economia da Bielorrússia é estatal. Apenas cerca de 30 por cento do produto interno bruto é gerado pelo sector privado, que é constantemente patrocinado pelo Estado, de forma a que nenhum negócio possa desenvolver forças para ser economicamente independente do regime. No sector estatal os gigantes soviéticos têm uma grande proporção: os dez maiores conglomerados representam cerca de 40 por cento da produção industrial total. A produtividade destas empresas é baixa. Para além disso, a agricultura bielo-russa está completamente arruinada, apesar de Lukashenko ter feito dos alegados sucessos da agricultura um dogma da sua ideologia de Estado. Muitas das associações agrícolas de economia colectiva, herdadas dos tempos soviéticos, sobrevivem porque o regime obriga as empresas industriais e bancos a financia-las. Esta peculiaridade da economia bielo-russa é também a realidade para os investidores estrangeiros, que também estão comprometidos com o financiamento de creches, hospitais e outras instituições sociais. Dificilmente pode-se recusar, porque a única segurança na Bielorrússia é a benevolência do poder estatal. O sistema de justiça não é fiável, já que as decisões dos tribunais são muitas vezes feitas por instruções das autoridades superiores.A falta de segurança jurídica é a maior barreira para o investimento na Bielorrússia. No entanto, é importante que as empresas ocidentais estejam dispostas para um compromisso com o país. A Bielorrússia tem um grande potencial que se pode desenvolver devido às  mudanças rápidas a operar no país no futuro próximo, pois a  sobrevivência económica da Bielorrússia depende, pela primeira vez, directamente de uma liberalização política.

Na maioria dos supermercados em Minsk as prateleiras estão bem preenchidas. À primeira vista parece que o fantasma da insuficiência de produtos alimentares, que por lá andou na Primavera, desapareceu. Mas a crise revela-se agora em pormenores aparentemente inofensivos, como a mudança de nomes de produtos.  Na sequência dos aumentos acentuados dos preços no final de Maio, o Governo, seguindo as ordens do presidente Aleksandr Lukashenko, criou uma lista de “produtos socialmente significativos” que não podem ficar mais caros. No entanto, uma vez que os custos de produção dos alimentos aumentaram após a desvalorização em 55 por cento do rublo bielo-russo em relação ao dólar no final de Maio, e porque a ração para animais é importada, os produtores tentam contornar o congelamento dos preços, passando a oferecer os produtos que não estão incluídos na lista, através da sua simples redenominação. O perigo de carências alimentares ainda não está ultrapassado: o facto das lojas ainda serem abastecidas com produtos a preços congelados é, de acordo com o jornal “Belgaseta”, apenas por causa da forte pressão que o Estado exerce sobre os fabricantes.Os preços dos alimentos são apenas uma das muitas frentes em que a ditadura de Lukashenko está a lutar contra os sintomas de uma crise, na qual a maioria dos especialistas vêem como o fim do “modelo bielo-russo”. Lukashenko tinha elogiado este modelo de economia controlada pelo Estado como o único verdadeiro caminho para o bem-estar e segurança. Grande parte da população viu este raciocínio com bons olhos durante muito tempo, porque, ao contrário da Rússia e da Ucrânia, na Bielorrússia as pessoas podiam contar realmente com a segurança social, a um nível baixo, mas enfim.Mas agora a situação está a agravar-se de forma dramática. A inflação aumentou no primeiro semestre em mais de 30 por cento, segundo as estimativas do Ministério da Economia. No entanto, este número encobre ainda a verdadeira situação, uma vez que para o poder de compra real dos bielo-russos o factor  mais importante é a taxa de câmbio do rublo bielo-russo. Muitos acordos de preços, como o de arrendamento, estão em dólares ou em euros, mesmo que sejam pagos em rublos bielo-russos. Para além disso, a desvalorização do rublo bielo-russo no final de Maio não foi o suficiente: o preço real do dólar não corresponde à taxa do Banco Nacional, de cerca de 5.000 rublos, mas encontra-se na casa de 9.000 rublos. As moedas estrangeiras são negociadas em grande medida no mercado “cinzento”, ou seja, não oficial. Esta queda foi um choque para muitos bielo-russos, visto que os seus rendimentos têm aumentado bastante nos últimos anos. No entanto, as realizações económicas do Governo bielo-russo foram principalmente o resultado do aumento do consumo financiado pelo Estado. O funcionamento do “modelo bielo-russo” durante tanto tempo deveu-se ao co-financiamento do mesmo pela Rússia por motivos políticos, por exemplo através de baixos preços na energia. Agora, Moscovo já não está virado para aí como dantes, porque Lukashenko não está disposto a conceder em troca a maioria do capital das empresas estratégicas bielo-russas às empresas russas, como a operadora de  gasoduto Beltransgaz.Os problemas económicos fizeram-se notar já em Março, quando a moeda estrangeira se esgotou nas casas de câmbio da Bielorrússia por causa da discrepância entre a  taxa de câmbio do dólar e do euro estabelecida pelo Banco Nacional e a quantidade cada vez maior de notas do rublo bielo-russo em circulação. Isto levou à  escassez de alguns  alimentos com prazo de validade longo como a massa, farinha, óleo, açúcar e sal, porque as pessoas, com medo de uma perda rápida do valor do seu dinheiro, criaram reservas destes produtos em casa.  O motivo desta crise foi a impressão de notas para aumentar  significativamente os salários da população, nas vésperas das eleições presidenciais de Dezembro de 2010, no sentido de melhorar o clima social do país.No início de 2009, a Bielorrússia necessitou de empréstimos de emergência da Rússia e do FMI, mas está a implementar as condições exigidas de forma muito lenta. Aleksei Kudrin, Ministro das Finanças da Rússia, anunciou na quarta-feira passada que a Rússia não iria injectar mais dinheiro na economia da Bielorrússia, se esta não fosse radicalmente reformada.No entanto, o Fundo Anti-Crise da Comunidade Económica Eurasiática, dominada pela Rússia, mais uma vez concedeu um empréstimo de 3,2 bilhões de dólares à Bielorrússia na Primavera, a primeira parcela do qual, no montante de 800 milhões euros, será paga até ao final de Julho. A condição para o empréstimo é a privatização das empresas estatais bielo-russas de grande porte. Durante a sua visita a Moscovo na quarta-feira,  o Primeiro-Ministro bielo-russo Mikhail Myasnikovich anunciou que as empresas russas deveriam ser privilegiadas neste processo.A maior parte da economia da Bielorrússia é estatal. Apenas cerca de 30 por cento do produto interno bruto é gerado pelo sector privado, que é constantemente patrocinado pelo Estado, de forma a que nenhum negócio possa desenvolver forças para ser economicamente independente do regime. No sector estatal os gigantes soviéticos têm uma grande proporção: os dez maiores conglomerados representam cerca de 40 por cento da produção industrial total. A produtividade destas empresas é baixa. Para além disso, a agricultura bielo-russa está completamente arruinada, apesar de Lukashenko ter feito dos alegados sucessos da agricultura um dogma da sua ideologia de Estado. Muitas das associações agrícolas de economia colectiva, herdadas dos tempos soviéticos, sobrevivem porque o regime obriga as empresas industriais e bancos a financia-las. Esta peculiaridade da economia bielo-russa é também a realidade para os investidores estrangeiros, que também estão comprometidos com o financiamento de creches, hospitais e outras instituições sociais. Dificilmente pode-se recusar, porque a única segurança na Bielorrússia é a benevolência do poder estatal. O sistema de justiça não é fiável, já que as decisões dos tribunais são muitas vezes feitas por instruções das autoridades superiores.A falta de segurança jurídica é a maior barreira para o investimento na Bielorrússia. No entanto, é importante que as empresas ocidentais estejam dispostas para um compromisso com o país. A Bielorrússia tem um grande potencial que se pode desenvolver devido às  mudanças rápidas a operar no país no futuro próximo, pois a  sobrevivência económica da Bielorrússia depende, pela primeira vez, directamente de uma liberalização política.

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